Culinária da Região Nordeste do Brasil

Hoje vamos falar da culinária da região nordeste e norte brasileira. Prepare o apetite e boa leitura!

O Brasil é conhecido mundialmente, não só pelo carnaval do Rio de Janeiro ou pelo futebol, mas também pela hospitalidade, acolhimento e, principalmente, pela culinária de vários cantos dessa terra abençoada.

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Deliciosos pratos do Nordeste

A Culinária na Região Nordeste é sensacional e foi formada através da influência das culinárias portuguesa, africana e indígena, resultando numa fusão de misturas e sabores de temperos, se caracterizando pela forte presença de temperos apimentados.

Mas vai com calma, se você mulher (ou homem também) que está na aquela dieta e já tem em mente que quer eliminar a celulite ou aquela barriguinha, por exemplo, fique de olho nas calorias e tente comer somente com os olhos, ou não? 😉  Não é o meu caso!

Mas se você não tem este problema, então fique sabendo que os principais pratos dessa região são a carne seca (prefiro carne de sol), peixes e frutos do mar são presenças marcantes quase obrigatórias na culinária do Nordeste, moqueca, vatapá, buchada de bode, acarajé, sarapatel e sururu.

Já para o café da manhã, o nordestino gosta da tapioca que é feita com farinha de mandioca e o cuscuz, feito com farinha de milho e leite.

Vamos falar de alguns Estados da Região

Na Bahia, pratos africanos influenciaram a culinária e fazem o maior sucesso. Neste estado, as escravas faziam as comidas típicas e pratos sagrados com alto significado religioso. Para exemplificar, podemos citar o acarajé e o abará, vendido atualmente nas ruas desse estado.

Outros pratos populares são o vatapá e o caruru. Os principais ingredientes da cozinha baiana são o azeite de dendê, o coco, a pimenta e o quiabo que são frequentemente adicionados às receitas.

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Em Alagoas prevalecem os pratos à base de frutos do mar bastante apreciados entre os turistas do estado nordestino.

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Já no Maranhão, temos pratos com forte influência dos portugueses, com temperos picantes e com uma culinária bem particular do estado. Um dos pratos típicos maranhense é o arroz de cuxá.

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No Sertão nordestino mesmo, devido ao clima muito seco, a culinária é baseada em carnes de sol, feijão, milho, rapadura e pratos elaborados a partir de raízes, como a macaxeira ou mandioca (termo mais conhecido em alguns estados brasileiros).

Festas Juninas

Uma das tradições mais antigas dos estados do nordeste do brasil são as festas juninas, que ao longo do tempo se espalharam por todos os estados do Brasil, trazendo assim um pouco da culinária nordestina para regiões como São Paulo, Rio de janeiro e demais estados do Sul e Sudeste.

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Alguns Pratos Típicos da Região

Vejam alguns pratos e comidas típicas e suas características:

  • Acarajé: Receita de origem africana surgida de acordo com uma lenda de Xangô e sua esposa Iansã. É um bolinho feito com feijão fradinho, sal, alho, cebola, gengibre frito no azeite de dendê e recheado com camarão seco temperado.
  • Moqueca: Peixe cozido com azeite de dendê, leite de coco, pimenta e coentro.
  • Carne de Sol com Queijo Coalho: A carne de sol geralmente é consumida no Nordeste com pirão (feito de coalhada, leite, manteiga de garrafa, farinha de mandioca) e companha o queijo coalho.
  • Paçoca de Carne Seca: É uma farofa criada com a mistura da farinha de mandioca, cebola e carne seca moída. Consumida, geralmente, com banana e baião de dois.
  • Sarapatel: É um prato criado com vísceras de porco, bode ou carneiro, cozida com o sangue do animal e recebe diversas variações pelos estados. Pode ser acompanhado de farinha e pimenta.
  • Vatapá: É um creme de tem diversas receitas. Geralmente, é feito com camarão, pão, farinha de rosca ou fubá, castanha de caju, pimenta, leite de coco, amendoim e azeite de dendê. É servido com recheio para o Acarajé.
  • Caruru: É um prato produzido com quiabo, camarão, azeite de dendê e temperos que são misturados à farinha de mandioca e caldo.

São muitos outros pratos nordestinos, mas não caberiam aqui neste artigo. Se gostou, então curta e compartilhe a Culinária do nordeste do Brasil.

As Melhores Dicas de Viagem para Fernando de Noronha

Só as melhores dicas de viagem para Fernando de Noronha. Separamos só as melhores dicas para você desfrutar deste maravilhoso lugar e tirar o máximo proveito de sua viagem no local.

Se alguma vez já ouvi falar sobre Fernando de Noronha e suas belezas pode acreditar em tudo que ouviu, o lugar com certeza faz jus a tudo aquilo que falam a seu respeito e surpreende por tamanha beleza.

Essas dicas de viagem para Fernando de Noronha podem te ajudar e muito a aproveitar ao máximo esse lugar maravilhoso.

Fernando de Noronha
Fernando de Noronha

Dicas de viagem para Fernando de Noronha

Melhor época para ir a Fernando de Noronha:

No verão a melhor época para programar sua viagem para Fernando de Noronha seria: Entre (agosto e fevereiro) nos demais meses como, março e julho acontecem a épocas de chuvas no local, em abril maio e junho são épocas onde a ilha se encontra com menos fluxos de pessoas, se estiver procurando tranquilidade e contato com a natureza é a melhor época para programar sua viagem.

Outro ponto a se destacar, é que de abril a setembro o mar da ilha oferece as melhores condições para quem quiser se aventurar em mergulhos, com as melhores condições nesses meses.

Quer aproveitar para pegar aquele sol em Fernando de Noronha?

  • Programe sua Viagem em: janeiro, agosto setembro outubro e novembro
  • Também pode aproveitar em: fevereiro e julho
  • Se quiser aproveitar o sol não em: março abril maio e junho

O que precisa Saber antes de chegar:

Todos os visitantes da ilha precisam fazer o pagamento de algumas taxas, ao chegar ou antecipadamente. Uma delas é a taxa de preservação, essa taxa pode ser paga antecipadamente emitindo um boleto através da internet.

Existe também uma segunda taxa que é válida para entrar nas áreas do parque nacional marinho.

Dica de onde se hospedar em Fernando de Noronha:

Existem três lugares principais que são:

  • A Vila dos Remédios é o centro histórico da ilha e se estende ao longo de odo o mar, concentra a maior parte da vida noturna na ilha.
  • A Vila Floresta Nova próxima a vila dos remédios, mas do outro lado da estrada
  • A Vila do Trinta se situa mais próximo ao porto e para quem quiser curtir a noite não seria uma boa opção por se distanciar do centro.

Dica de como se locomover em Fernando de Noronha:

Alugar Bugie é totalmente dispensável. O ônibus seria uma boa opção para quem quiser economizar a taxa está a R$5,00, mas ele é rápido, confortável, cruza toda a ilha e passa a cada 30 minutos (em feriados ele passa a cada 1 hora).

Caso não goste de ônibus, vá de táxi, que fica mais barato que bugie, pois, os preços são tabelados e eles chegam rapidinho a qualquer ponto da ilha.

Para as praias com acesso mais difícil a melhor opção é ir de táxi e nas de acesso fácil ir de ônibus.
Se informe na pousada que estiver, que eles te informam quais praias exigem caminhadas. Um bugie não sai por menos de R$200/dia.

Bom espero que tenha gostado dessas dicas, e que elas possam te ajudar a programar sua viagem com essas, Dicas de viagem para Fernando de Noronha.

Conheça Inhotim (Brumadinho/MG) – Um paraíso a céu aberto

A cerca 01h30min de carro, partindo do centro de Belo Horizonte/MG, encontra-se o Instituto Inhotim,  idealizado pelo empresário mineiro Bernardo de Mello Paz, em meados da década de 1980, no município de Brumadinho/MG. Atualmente, neste local, dispomos do maior museu de arte contemporânea a céu aberto da América Latina, numa área estimada em mais 100 campos de futebol.

Inhotim
Instituto Inhotim – Brumadinho/MG

São inúmeras galerias que levará o visitante a uma experiência  sensorial, podendo ouvir, sentir e interagir com a arte e a natureza impactante que este parque dispõe.

O mais interessante é que além da arte disponibilizada, você terá acesso aos jardins botânicos que por sua vez são singulares, com uma beleza rara e um paisagismo que encantará qualquer visitante. Segundo o site do Instituto Inhotim, para além da contemplação, os jardins são campo para estudos florísticos, catalogação de novas espécies botânicas, conservação e ações de educação ambiental.

Como Chegar?

Inhotim fica a 60 km de Belo Horizonte. Saindo de carro do centro desta cidade, você deve seguir pela BR-356, BR-040 e BR-381 até Casa Amarela, Betim. Pegue a saída para Mário Campos/Brumadinho via BR-381.

No caso de desembarque no Aeroporto Internacional de Confins ou no Aeroporto da Pampulha, opte pelo transporte rodoviário da empresa Expresso Unir ( contato 31 3663-8020) e siga para centro ou rodoviária de Belo Horizonte. Em seguida, escolha o seu percurso, conforme instruções abaixo.

Há possibilidade de ir de ônibus e/ou van:

Percurso de Ônibus:

Viaje com a Saritur (contato 0800-039 8846): parte da Rodoviária de Belo Horizonte, plataforma F2, de terça a sexta-feira: saída às 8h15 e retorno às 16h30. Aos sábados, domingos e feriados: saída às 8h15 e retorno às 17h30. Valor total de ida e volta: R$ 48,00, aproximadamente.

Percurso de Van:

parte aos sábados, domingos e feriados: saída 8h15 e retorno às 17h30 (tolerância de 15 minutos). Para solicitar o serviço, é necessário efetuar compra com até 24h de antecedência pelo telefone (31) 3571-9795 ou na loja Inhotim Box, na Rua Antônio de Albuquerque 909, Bairro Funcionários, BH. Valor total de ida e volta: R$ 60,00, aproximadamente.

Ingressos:

Terça e quinta-feira: R$ 25,00
Quarta-feira (exceto feriado): entrada gratuita
Sexta, sábado, domingo e feriado: R$ 40,00
Fechado às segundas-feiras
Crianças de até 5 anos tem entrada gratuita
Os ingressos podem ser adquiridos na entrada da parque ou pela internet no site oficial do Instituto Inhotim.

Dica:

Com 140 hectares de área de visitação, o parque possui um serviço de transporte interno com carrinhos elétricos. Para conhecer Inhotim recomenda-se a visita a pé, no entanto, será praticamente impossível conhecer todas as galerias e jardins deste maravilho local.